A Ultracargo conquistou o 3º lugar na categoria Infraestrutura de Logística do Valor Inovação Brasil 2026 em reconhecimento à estratégia de desenvolver corredores logísticos inteligentes, conectando diferentes regiões e modais de transporte para tornar a movimentação de produtos mais eficiente, integrada e previsível.
Em vez de operar cada terminal de forma isolada, a Ultracargo vem conectando seus ativos aos modais ferroviário, rodoviário, dutoviário e marítimo, criando alternativas para ligar regiões produtoras, polos industriais, centros consumidores e portos. Um dos exemplos é o corredor entre Rondonópolis (MT) e Paulínia (SP), que amplia a eficiência tanto no abastecimento de derivados destinados ao agronegócio quanto no escoamento do etanol de milho produzido no Centro-Oeste para o Sudeste.
“A competitividade passa pela integração. Além de ampliar a capacidade dos nossos tanques, buscamos construir uma infraestrutura que conecte regiões, modais e mercados e ofereça aos clientes mais alternativas e previsibilidade para suas operações”, afirma Fulvius Tomelin, CEO da Ultracargo.
O projeto também reúne investimentos em tecnologia, automação e inteligência operacional. Em Vila do Conde (PA), por exemplo, soluções implementadas na movimentação aquaviária praticamente dobraram a eficiência operacional do terminal. Ferramentas digitais de análise, simulação e engenharia também apoiam o planejamento de novos projetos e a tomada de decisões da companhia.
Entre 2022 e 2025, a Ultracargo ampliou sua capacidade de armazenagem de aproximadamente 955 mil m³ para mais de 1,13 milhão de m³ e expandiu sua presença de seis para nove terminais. Somente entre 2024 e 2025, foram investidos mais de R$ 1,2 bilhão em projetos de expansão e interiorização. A maior utilização do transporte ferroviário também contribui para reduzir em cerca de 35% as emissões de gases de efeito estufa nas operações logísticas, evitando aproximadamente 51 mil toneladas de CO₂ por ano.
O reconhecimento no Valor Inovação reforça a estratégia da Ultracargo de combinar infraestrutura, tecnologia e integração entre modais para aumentar a eficiência das cadeias de combustíveis, biocombustíveis e do agronegócio e acompanhar as transformações da logística e da matriz energética brasileira.
Para saber mais sobre o projeto, a matéria completa você encontra aqui.