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Ultracargo mapeia inovações e amplia rede global de suprimentos durante a feira CIPPE na China

A Ultracargo realizou, entre março e abril de 2026, a Missão Rota da Seda 2.0 na China, uma iniciativa estratégica voltada ao benchmarking técnico e à diversificação de sua cadeia global de suprimentos.
11/05/2026

A Ultracargo realizou, entre março e abril de 2026, a Missão Rota da Seda 2.0 na China, uma iniciativa estratégica voltada ao benchmarking técnico e à diversificação de sua cadeia global de suprimentos. A comitiva, composta por Rafael de Andrade Barbosa (Head de Engenharia e Construção), Luiz Fernando Moraes de Andrade (Engenheiro Especialista de Processo) e Fabiane Medeiros Dias França (Especialista de Suprimentos), visitou a CIPPE, maior feira de tecnologia de petróleo e petroquímica do mundo, em Pequim. O objetivo central mapear novas tecnologias e fornecedores de itens críticos para a operação de terminais, como tubulações, válvulas, mangotes e instrumentos de medição, reforçando o cronograma de prospecção iniciado pela companhia em novembro de 2025.

A missão incluiu uma agenda de visitas técnicas a cinco complexos industriais, percorrendo mais de 3.100 km para validar a infraestrutura produtiva de fabricantes como HG Steel Pipe e Cosco. O mercado internacional oferece soluções que atendem plenamente aos requisitos de segurança e qualidade exigidos pelas normas API e ISO. Durante o evento, a equipe apresentou o perfil operacional da Ultracargo, estabelecendo canais diretos de comunicação com fornecedores globais e evidenciando o potencial do mercado logístico brasileiro para a adoção de componentes de alta performance.

Os dados coletados na expedição agora fundamentam os próximos passos da companhia, que incluem a qualificação formal de novos parceiros e a execução de testes piloto em unidades operacionais. Entre os projetos previstos estão a implementação de medidores de densidade em linha no terminal de Itaqui e o uso de novos braços de carregamento e mangotes em Vila do Conde. O processo de importação direta, aliado à verificação técnica, deve elevar a confiabilidade dos ativos e garantir o acesso a equipamentos de ponta que contribuem para a eficiência operacional e a manutenção dos rigorosos padrões de segurança da rede de terminais da empresa no Brasil.