A Ultracargo registrou em julho um novo recorde em seu terminal de Rondonópolis (MT). Foram 112,47 mil m³ recebidos, a maior marca mensal da unidade e volume 116% superior ao mesmo mês de 2025, quando foram recebidos 52 mil m³. Na comparação com junho, o crescimento foi de cerca de 10%. O resultado acompanha o avanço da estratégia de interiorização e integração logística da companhia.
Mato Grosso é hoje o maior produtor nacional de etanol de milho e concentra parte relevante da expansão desse biocombustível no país. Na safra 2024/25, o etanol de milho respondeu por mais de 80% da produção de etanol do estado, segundo o ETENE/BNB, com dados da Conab e da ANP. O avanço reforça a necessidade de infraestrutura para conectar o biocombustível do Centro-Oeste aos principais mercados consumidores.
Nesse cenário, a Ultracargo vem ampliando os investimentos no corredor entre Rondonópolis e Paulínia (SP). No início de 2026, entrou em operação o novo desvio ferroviário do terminal mato-grossense, projeto de R$ 95 milhões que criou conexão direta com a unidade de Paulínia, onde a companhia já havia concluído, em 2025, seu próprio desvio ferroviário e ampliado a capacidade de armazenagem.
Com as duas pontas do corredor conectadas, a ferrovia aproveita melhor os fluxos entre as regiões; derivados de petróleo seguem do Sudeste para Mato Grosso, e os biocombustíveis fazem o caminho de volta para São Paulo. A combinação reduz deslocamentos ociosos e dá mais eficiência a uma rota que liga uma das principais regiões produtoras de biocombustíveis do país a grandes centros de consumo.
O terminal também avançou na movimentação de B100 em julho, operação que complementa sua atuação com biocombustíveis e reforça seu papel na estratégia da Ultracargo para o Centro-Oeste.
A movimentação recorde foi destaque no Radar MT. Leia a matéria completa aqui.